LANÇAMENTO E SESSÃO DE AUTÓGRAFOS "NEM TODAS AS PALAVRAS". Organizador: escritor Caio Riter; autores: Almerí Espíndola de Souza, Carmem Borja, Dora Lúcia Neuberger, Elza Lisbôa Montano,Gabriel de Paula Marques, Gládis Berriel, Isabel Fava Eich, João Carlos Alves Rodrigues, Luiz Alfredo Fonseca de Campos, Marly Ávila Ribeiro, Rosa Ubal, Tânia Alvariz.
Já Pensaram Todos os Pensamentos
Já Disseram Todas as Palavras
Mas não Fizeram Todas as Poesias
Nem Compuseram Todas as Melodias
Dora Lucia Neuberger
domingo, 31 de outubro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Mario Vargas Llosa: Un Nobel Largamente postergado- Generación Y
Generación Y |
Posted: 08 Oct 2010 01:41 PM PDT La literatura de Mario Vargas Llosa ha causado varios giros esenciales en mi vida. El primero fue hace 17 años, en un verano con apagones y crisis económica. Bajo el pretexto de conseguir “La guerra del fin del mundo”, me acerqué a un periodista expulsado de su profesión por problemas ideológicos con el que todavía comparto mis días. Conservo aquel ejemplar de carátula deshecha y páginas amarillentas, pues decenas de lectores descubrieron con él a ese autor peruano censurado en las librerías oficiales. Después vino la universidad y mientras preparaba mi tesis sobre la literatura de la dictadura en Latinoamérica, apareció su novela “La fiesta del chivo”. La inclusión en mi análisis de aquel texto sobre Trujillo no fue del agrado del tribunal que me evaluaba. Tampoco les gustó que entre las características de los caudillos americanos yo resaltara justo aquellas que también ostentaba “nuestro” Máximo Líder. De ahí que por segunda vez un libro del hoy Premio Nobel de Literatura marcó mi existencia, pues me hizo darme cuenta de lo frustrante que resultaba ser filóloga en Cuba. Para qué necesito un título –me dije– donde se anuncia que soy una especialista en el idioma y las palabras, cuando ni siquiera puedo unir frases libremente. Así que Vargas Llosa y su literatura son responsables, de una manera directa y “alevosa”, de mucho de lo que soy ahora: de mi felicidad matrimonial y de mi aversión a los totalitarismos, de haber renegado de la filología y de acercarme al periodismo. Me estoy preparando desde ahora, pues temo que la próxima vez que un libro suyo caiga en mis manos su efecto durará otros 17 años o volverá a significar el portazo a una profesión. |
terça-feira, 14 de setembro de 2010
As Horas Nuas- Lygia Fagundes Telles
... Era domingo. A noite seria de lua cheia, segundo Dionísia que servia pão feito em casa no café da manhã. Partiu ao meio o pão que tirou do forno e deixou a metade na minha vasilha. O cheiro de pão quente me levou a um tempo que eu sabia ser anterior ao período da minha casa romana, fiquei elétrico. Com ganas de me atirar ao pão, antiquissimo o apetite. E comecei a mastigar lentamente, sem a menor pressa, a saliva abundante trabalhando cada migalha como se nela restasse algum resíduo desse tempo.
"Eu vi a vida nascer da morte", soprou uma voz. Fiquei em suspenso diante de duas grandes mãos da cor do ocre, trabalhando pacientes na argila como eu próprio trabalhara no pão. Assim que me aproximei elas se esvaneceram. Ficou a vasilha do gato com um pouco de farelo no fundo.
__ São Lucas é o santo dia, anunciou Dionísia cortando as laranjas para o sumo de frutas.
Diogo continuava enredado nos seus cálculos domésticos enquanto Rosona excitada, procurava o anel de esmeralda que tinha esquecido não sabia onde. Só eu ouvi que São Lucas era o santo do domingo.
__ Perdi meu anel Diú! Aquela minha esmeralda....
__ Não perdeu não, deve estar por aí mesmo.
Ela enlaçou Dionísia. Imobilizou-se de repente num susto: lembrava-se agora do sonho da véspera. Baixou a voz pesada de intenções. Era com a criada que gostava de perambular por essa zona incerta.
__ Fecha a torneira, querida, escuta.
Acomodei-me na cadeira e escutei. Noite escuríssima. Viu-se numa em meio das trevas, mergulhada até o pescoço na água tão gelada que era como se estivesse num cubo de gelo. Começou então a chorar, chorar __ e fez o gesto, roçando a ponta dos dedos nas faces, imitando as lágrimas que desciam sem parar, lágrimas tão ardentes que aos poucos foram derretendo o gelo, varando a superfície dura até que a crosta se fez em pedaços e ela pode se libertar aquecida, mas não fora mesmo uma coisa deslumbrante? Hem?!.....Se salvar no próprio pranto.
Dionísia despejou o sumo em dois copos. Abriu a torneira e lavou pensativamente as mãos. Concentrou o olhar na pia. Pediu detalhes, e a água? Era suja ou limpa? Água corrente ou parada?
Fugi da interpretação e fui espairecer na saleta onde Diogo esqueceu o televisor ligado. Um cômico macaqueava um macaco sem a graça do macaco. Quando Rosona retornou à sala, eu dormia acordado na minha almofada. Alisou o pelo do meu pescoço e disse que por falar em água, ia me dar um banho, eu estava com cheiro de jaula. Olhei-a nos olhos. Deslavada mentira mas deixei-me levar. E se apanhasse uma pneumonia? se morresse? Na rota convencional da fitas fantásticas, toda fera maldita vira gente na morte......
Sair desta vida no nível do chão. Sem horizonte, fechado por muros, móveis e portas. A longa convivência com o rodapé. Com os sapatos, identifico os donos dos sapatos antes mesmo de encará-los ou de ouvir suas vozes......
.......Rosona me agarra de novo. Sossega Rahul, que não vou lavar o gatinho mais limpo do mundo, disse entrando na sala de banho......................
Uma atriz decadente e um gato são os personagens centrais deste romance. Rahul é um gato que sonha com o Homem, como o homem sonha com Deus. Abandonada só e infeliz, Rosa Ambrósia rumina a memória da dor, levanta a poeira das lembranças. Onde está o tempo está o drama: ao mobilizar suas paixões presentes e passadas, Rosa está destinada a romper o labirinto que a aprisiona e renascer. Segundo Fábio Lucas em As Horas Nuas estão presentes as grandes qualidades da autora. "Sua arte está no controle da narrativa, cujo efeito cênico é obtido com o rigor e o cálculo de um enxadrista. O racional, portanto se entrelaça com a rotação do insólito, do maravilhoso, do mágico ___ um vasto território de magia, pois sua faculdade mito poética se apóia numa imaginação cintilante."
"Eu vi a vida nascer da morte", soprou uma voz. Fiquei em suspenso diante de duas grandes mãos da cor do ocre, trabalhando pacientes na argila como eu próprio trabalhara no pão. Assim que me aproximei elas se esvaneceram. Ficou a vasilha do gato com um pouco de farelo no fundo.
__ São Lucas é o santo dia, anunciou Dionísia cortando as laranjas para o sumo de frutas.
Diogo continuava enredado nos seus cálculos domésticos enquanto Rosona excitada, procurava o anel de esmeralda que tinha esquecido não sabia onde. Só eu ouvi que São Lucas era o santo do domingo.
__ Perdi meu anel Diú! Aquela minha esmeralda....
__ Não perdeu não, deve estar por aí mesmo.
Ela enlaçou Dionísia. Imobilizou-se de repente num susto: lembrava-se agora do sonho da véspera. Baixou a voz pesada de intenções. Era com a criada que gostava de perambular por essa zona incerta.
__ Fecha a torneira, querida, escuta.
Acomodei-me na cadeira e escutei. Noite escuríssima. Viu-se numa em meio das trevas, mergulhada até o pescoço na água tão gelada que era como se estivesse num cubo de gelo. Começou então a chorar, chorar __ e fez o gesto, roçando a ponta dos dedos nas faces, imitando as lágrimas que desciam sem parar, lágrimas tão ardentes que aos poucos foram derretendo o gelo, varando a superfície dura até que a crosta se fez em pedaços e ela pode se libertar aquecida, mas não fora mesmo uma coisa deslumbrante? Hem?!.....Se salvar no próprio pranto.
Dionísia despejou o sumo em dois copos. Abriu a torneira e lavou pensativamente as mãos. Concentrou o olhar na pia. Pediu detalhes, e a água? Era suja ou limpa? Água corrente ou parada?
Fugi da interpretação e fui espairecer na saleta onde Diogo esqueceu o televisor ligado. Um cômico macaqueava um macaco sem a graça do macaco. Quando Rosona retornou à sala, eu dormia acordado na minha almofada. Alisou o pelo do meu pescoço e disse que por falar em água, ia me dar um banho, eu estava com cheiro de jaula. Olhei-a nos olhos. Deslavada mentira mas deixei-me levar. E se apanhasse uma pneumonia? se morresse? Na rota convencional da fitas fantásticas, toda fera maldita vira gente na morte......
Sair desta vida no nível do chão. Sem horizonte, fechado por muros, móveis e portas. A longa convivência com o rodapé. Com os sapatos, identifico os donos dos sapatos antes mesmo de encará-los ou de ouvir suas vozes......
.......Rosona me agarra de novo. Sossega Rahul, que não vou lavar o gatinho mais limpo do mundo, disse entrando na sala de banho......................
Uma atriz decadente e um gato são os personagens centrais deste romance. Rahul é um gato que sonha com o Homem, como o homem sonha com Deus. Abandonada só e infeliz, Rosa Ambrósia rumina a memória da dor, levanta a poeira das lembranças. Onde está o tempo está o drama: ao mobilizar suas paixões presentes e passadas, Rosa está destinada a romper o labirinto que a aprisiona e renascer. Segundo Fábio Lucas em As Horas Nuas estão presentes as grandes qualidades da autora. "Sua arte está no controle da narrativa, cujo efeito cênico é obtido com o rigor e o cálculo de um enxadrista. O racional, portanto se entrelaça com a rotação do insólito, do maravilhoso, do mágico ___ um vasto território de magia, pois sua faculdade mito poética se apóia numa imaginação cintilante."
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
O Demônio Me Disse - Giovanni Papini- Punhados
Durante toda a minha vida somente cinco vezes tive ocasião de falar com o Diabo, mas estou certo de que, entre os vivos, sou eu quem mais íntimamente o conhece e com quem ele se mostra mais afável. Trata-me -com certo orgulho que não tento dissimular - com uma benévola condescendência que chega às vezes a comover-me. Quando estou em sua companhia limito-me a ouvi-lo.......O Diabo, pelo menos como me tem aparecido até agora, é uma figura fora do comum. É alto, muito pálido, ainda bastante jovem, mas com essa juventude que viveu demasiado e que é mais triste que a velhice. O rosto muito branco e comprido nada tem de particular a não ser a sua boca sutil, fina e apertada; tem uma ruga única e profundíssima, que se alça perpendicularmente entre as sobrancelhas e se perde quase na raiz dos cabelos.......É difícil que nestes tempos que correm, se decida a vir à terra. Um dia confessou-me tristemente:
- Agora os homens não me interessam mais. Compram-me por pouco, mas valem cada vez menos. Não tem nem medula, nem alma, nem coragem. Talvez nem sequer tenham sangue suficientemente vermelho para firmar o contrato.........
Nunca conheci ninguém mais indulgente que o Diabo. Conhece tão profundamente a mesquinhez, a velhacaria, a sujidade e bestialidade humanas, que nada o espanta nem desgosta. É pacífico e sorridente como um sábio antigo, e às vezes me parece mais cristão que todos os cristãos do mundo.....
Encontrei-o, da última vez, numa dessas ruas solitárias dos arrabaldes de Florença, apertadas entre velhos muros, por cima dos quais apontam as oliveiras. Ia lendo um livro de capa negra e ria consigo mesmo, como só ele sabe rir. Aproximei-me e, apenas me viu, fechou o livro, segurou-me no braço e começou a dizer-me:
_ Conheço há séculos este livrinho a Bíblia; releio-o de quando em quando, se tenho necessidade de por-me de bom humor. A que eu leio agora é em inglês, e notei que o inglês se presta admiravelmente para o Antigo Testamento, ao passo que prefiro o italiano para o Novo.
..........Como foi que Adão e Eva apesar de terem comido o fruto proibido, não se converteram em deuses, mas foram arrojados por seu Deus do belo jardim?
.......... Se Adão e Eva tivessem comido todos os frutos da árvore maravilhosa, o Grande Velho, já não teria tido poder para arrojá-los do Paraíso. Não tiveram ânimo para comer rapidamente de todos os outros frutos, e eu lhes disse , não basta comer alguns era necessário despojar a árvore toda, para adquirir toda a sabedoria.
O homem portanto perdeu, uma magnífica oportunidade para converter-se em Deus e eu perdi uma das poucas probabilidades de voltar ao céu.........................................
- Agora os homens não me interessam mais. Compram-me por pouco, mas valem cada vez menos. Não tem nem medula, nem alma, nem coragem. Talvez nem sequer tenham sangue suficientemente vermelho para firmar o contrato.........
Nunca conheci ninguém mais indulgente que o Diabo. Conhece tão profundamente a mesquinhez, a velhacaria, a sujidade e bestialidade humanas, que nada o espanta nem desgosta. É pacífico e sorridente como um sábio antigo, e às vezes me parece mais cristão que todos os cristãos do mundo.....
Encontrei-o, da última vez, numa dessas ruas solitárias dos arrabaldes de Florença, apertadas entre velhos muros, por cima dos quais apontam as oliveiras. Ia lendo um livro de capa negra e ria consigo mesmo, como só ele sabe rir. Aproximei-me e, apenas me viu, fechou o livro, segurou-me no braço e começou a dizer-me:
_ Conheço há séculos este livrinho a Bíblia; releio-o de quando em quando, se tenho necessidade de por-me de bom humor. A que eu leio agora é em inglês, e notei que o inglês se presta admiravelmente para o Antigo Testamento, ao passo que prefiro o italiano para o Novo.
..........Como foi que Adão e Eva apesar de terem comido o fruto proibido, não se converteram em deuses, mas foram arrojados por seu Deus do belo jardim?
.......... Se Adão e Eva tivessem comido todos os frutos da árvore maravilhosa, o Grande Velho, já não teria tido poder para arrojá-los do Paraíso. Não tiveram ânimo para comer rapidamente de todos os outros frutos, e eu lhes disse , não basta comer alguns era necessário despojar a árvore toda, para adquirir toda a sabedoria.
O homem portanto perdeu, uma magnífica oportunidade para converter-se em Deus e eu perdi uma das poucas probabilidades de voltar ao céu.........................................
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
O URSO - Nicolau Liescov - Punhados dos capítulos II e III
A casa de meu tio, um enorme sobrado de pedra, ficava no campo. Parecia um castelo. Era uma construção imponente, mais feia, monstruosa...... Meu tio adorava caçar com seus cães. Cavalgando velozmente, ele cercava lobos, coelhos e raposas, até agarrá-los. Tinha também uns cães especiais para apanhar ursos. Eram cães de uma raça que possuía dentes longos e afiados. Cravavam esses dentes nos ursos de tal forma que era impossível arrancá-los. Às vezes, defendendo-se, o urso matava um desses cães com um só golpe de sua possante pata, mas os dentes do animal morto continuavam cravados na carne do outro. Como atualmente a caça ao urso na Rússia é feita de outra maneira, parece que essa raça de cães acabou por ser extinta.
Havia muitos ursos naquela região; caçá-los constituía um bom divertimento.
Quando conseguiam localizar uma toca de ursos, de lá retiravam os filhotes, trazendo-os para casa. Mantinham-nos presos dentro de grandes construções de pedra, cujas janelas tinham apenas grades: os ursinhos para espiar através das janelas, subiam uns nas costas dos outros, pendurando-se nas grades com suas fortes garras. Quando nosso professor o alemão Kolberg, nos levava a passear, antes do almoço, o que nós crianças, mais gostávamos era de ir até essas construções e olhar os engraçados focinhos dos ursinhos que espiavam pelas gradas. O professor sabia dar-lhes, na ponta de uma vara, os pedaços de pão que nós levávamos para eles.
Quem cuidava dos ursos e os alimentava era um empregado jovem, de nome Ferrapont. Mas como este nome era de pronúncia difícil para o povo, chamavam-no de Krapon, ou então Krapochka. Lembro-me muito bem dele: era um rapaz de uns 25 anos de idade, estatura mediana, muito ágil, valente e forte. Tinha traços bonitos: alvo, corado, cabelos negros e grandes olhos escuros. Sua irmã Anuchka, também trabalhava na casa de meu tio, como babá. De vez em quando, ela nos contava coisas muito interessantes sobre seu corajoso irmão e sua extraordinária amizade com os ursos. O rapaz dormia com esses animais no inverno e no verão, dentro daquelas construções, e eles o cercavam com muito carinho, numa demonstração de amizade.
Na frente da casa de meu tio, havia um canteiro de flores, redondo, rodeado por uma cerca colorida, no meio do qual estava fincado um tronco de árvore alto e reto, bem liso, que chamávamos de mastro. No alto desse mastro estava montado um pequeno tablado, por nós apelidado de pavilhão.
Dentro os ursinhos aprisionados era sempre escolhido um, considerado o mais inteligente, quer dizer mais vivo e esperto. Ele era então separado dos irmãos, passando a viver em liberdade, isto é, podia andar pelo pátio e pelo parque, mas tinha de ficar de sentinela junto ao mastro, na frente do qual estava o portão principal da casa. Aí ele passava a maior parte do tempo, deitado na palha junto ao pé do mastro, ou então lá em cima, no pavilhão, onde sem ser incomodado, ficava sentado ou dormia.
Os ursos só podiam levar uma vida assim livre até atingirem um certo tamanho, quando então começavam a revelar suas inclinações animalescas, impróprias para o convívio social. Uma vez adultos, não mais se portavam tão mansamente: perseguiam as galinhas, os gansos, os bezerros e até as pessoas....
O urso que perturbasse a tranquilidade dos moradores da casa era imediatamente, condenado à morte e nada podia salvá-lo dessa condenação.
Liescov, nasceu no vilarejo de Gorchov, na província de Oriol em 1831. Era uma região eminentemente agrícola , em cujos campos trabalhavam os mujiques - camponeses submetidos ao regime de servidão, que imperou na Rússia até 1861. Desde pequeno o escritor conviveu com o povo simples, de poucos recursos, que lhe serviram de inspiração para a maioria de suas obras. Liescov nunca foi, um revolucionário. Era simplesmente um liberal, isto é, um homem que, prezando a liberdade individual acima de tudo, não suportava observar injustiças, principalmente em relação ao povo humilde e ignorante. No fundo ele era um patriota, pois amava muito sua terra e sua gente, a ponto de se sentir na obrigação de defendê-las como podia: com a literatura.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Concurso literário Novo Hamburgo
A Secretaria Municipal de Cultura de Novo Hamburgo, Universidade Feevale e a Escola Conquistadora promovem concurso literário de poemas e contos. Os autores são divididos em três categorias: 10 a 13 anos, 14 a 17 anos e a partir de 18 anos. As inscrições estão abertas de 21 de julho a 21 de outubro de 2010. Mais informações podem ser obtidas na própria Secretaria de Cultura de Novo Hamburgo (rua Eng.º Ignácio Plangg 66 – Centro), pelo telefone 51 35932013 ou pelos e-mails secsecult@novohamburgo.rs.gov.br ou arquivo@novohamburgo.rs.gov.br.
REGULAMENTO
1. O Concurso destina-se a todas as pessoas interessadas e cada concorrente poderá participar com apenas um trabalho, inédito, em cada gênero (poesia e conto) que ainda não tenha sido premiado em outro concurso. O tema é Eu e o mundo e a inscrição é gratuita.
2. Consideram-se inscrito os textos entregues sob protocolo ou enviadas pelos correios (com registro A.R.), endereçadas à Secretaria de Cultura de Novo Hamburgo, rua Eng.º Ignácio Plangg 66, 3º andar – Bairro Centro - NH – RS – CEP: 93510-120
3. O texto deverá ser apresentado em 02 (duas) vias, escrito em língua portuguesa, digitado em espaço 1,5 (um e meio), com fonte Arial, tamanho 12 (doze), de um só lado do papel, e obedecer a um limite máximo de 15 (quinze) páginas.
4. Deverá constar, no interior do envelope que contém o trabalho, outro envelope menor, contendo em seu interior uma folha informando o título do texto, pseudônimo, nome completo do autor, idade, seu endereço, telefone, R.G., categoria, e-mail e grau de instrução. E, na parte externa desse pequeno envelope, deverão constar apenas o pseudônimo do autor e o título do texto a ser inscrito no concurso.
5. A comissão julgadora será composta por onze membros de reconhecido nível intelectual e acadêmico, sendo sua decisão soberana e irrecorrível.
6. Premiação: o concurso premiará os três primeiros colocados em cada categoria e em cada gênero (poesia e conto), além de duas menções honrosas por categoria e por gênero. O prêmio é a publicação do texto em livro, além de certificado informando a colocação dos vencedores.
Os vencedores serão revelados ao público em cerimônia solene realizada durante a realização da 28ª Feira Regional do Livro de Novo Hamburgo.
6.1 Os textos premiados e os que receberem menção honrosa consideram-se propriedade da Secretaria de Cultura de Novo Hamburgo, entidade realizadora do Concurso Literário, para finalidade de publicação da Coletânea de Contos.
7. O resultado do concurso será divulgado na imprensa e na Internet, nas páginas eletrônicas da Prefeitura e das Instituições parceiras.
8. Não serão devolvidos os textos dos participantes do concurso, sendo que os que não forem premiados serão incinerados.
9. O encaminhamento dos trabalhos na forma prevista neste regulamento implica na concordância com as disposições nele consignadas.
REGULAMENTO
1. O Concurso destina-se a todas as pessoas interessadas e cada concorrente poderá participar com apenas um trabalho, inédito, em cada gênero (poesia e conto) que ainda não tenha sido premiado em outro concurso. O tema é Eu e o mundo e a inscrição é gratuita.
2. Consideram-se inscrito os textos entregues sob protocolo ou enviadas pelos correios (com registro A.R.), endereçadas à Secretaria de Cultura de Novo Hamburgo, rua Eng.º Ignácio Plangg 66, 3º andar – Bairro Centro - NH – RS – CEP: 93510-120
3. O texto deverá ser apresentado em 02 (duas) vias, escrito em língua portuguesa, digitado em espaço 1,5 (um e meio), com fonte Arial, tamanho 12 (doze), de um só lado do papel, e obedecer a um limite máximo de 15 (quinze) páginas.
4. Deverá constar, no interior do envelope que contém o trabalho, outro envelope menor, contendo em seu interior uma folha informando o título do texto, pseudônimo, nome completo do autor, idade, seu endereço, telefone, R.G., categoria, e-mail e grau de instrução. E, na parte externa desse pequeno envelope, deverão constar apenas o pseudônimo do autor e o título do texto a ser inscrito no concurso.
5. A comissão julgadora será composta por onze membros de reconhecido nível intelectual e acadêmico, sendo sua decisão soberana e irrecorrível.
6. Premiação: o concurso premiará os três primeiros colocados em cada categoria e em cada gênero (poesia e conto), além de duas menções honrosas por categoria e por gênero. O prêmio é a publicação do texto em livro, além de certificado informando a colocação dos vencedores.
Os vencedores serão revelados ao público em cerimônia solene realizada durante a realização da 28ª Feira Regional do Livro de Novo Hamburgo.
6.1 Os textos premiados e os que receberem menção honrosa consideram-se propriedade da Secretaria de Cultura de Novo Hamburgo, entidade realizadora do Concurso Literário, para finalidade de publicação da Coletânea de Contos.
7. O resultado do concurso será divulgado na imprensa e na Internet, nas páginas eletrônicas da Prefeitura e das Instituições parceiras.
8. Não serão devolvidos os textos dos participantes do concurso, sendo que os que não forem premiados serão incinerados.
9. O encaminhamento dos trabalhos na forma prevista neste regulamento implica na concordância com as disposições nele consignadas.
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